vinte e poucos anos

Com vinte e poucos anos se sabe bem como se ama e o porquê da separação. Ela nem sempre ocorre depois de uma conversa franca. Intimado pelas lágrimas de uma mulher, nunca consegui aquietar, como em frente a uma criança ou a um velho. O choro deve ser para duros ignorarem.  Acreditando não deixar vestígios, parte-se de repente sem deixar rastro. Você irá viver e jamais será consolado. Não existe consolo para si mesmo. Para os outros mentimos. Machucado se fica. Ferir é covardia sempre, mesmo inevitável. Como essa chuva que cai hoje na Ilha.

 

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Esta entrada foi publicada em 19 de junho de 2012 às 12:56 e está arquivada sob Uncategorized. Guarde o link permanente. Seguir quaisquer comentários aqui com o feed RSS para este post.

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